
Em estrada, o compromisso entre a suavidade e a rapidez na troca de relações é boa mas, por vezes, leva as rotações um pouco mais acima do que seria necessário como defesa contra a reduzida disponibilidade do motor abaixo das 1500/1700 rpm. Mas a apreciação geral é bastante positiva. Existe um botão “sport”, que torna a caixa mais sensível às reacções do pé esquerdo.
Mas também temos uma opção manual. Colocamos a alavanca para o lado direito e podemos passar de caixa, empurrando, e reduzir, puxando.

Mesmo com esta caixa automática, que implica mais peso no conjunto, o 2.4 JTD de 200 cv regista prestações idênticas à versão com caixa manual e a condizer com a agressividade estética, como atestam os 8,6 segundos conseguidos dos zero aos 100 km/h. Os consumos é que podiam ser mais comedidos. Mas, em Itália, já existe uma nova geração deste motor, com 210 cv, que deverá melhorar as prestações e até, quem sabe, os consumos.
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