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quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Chevrolet Nubira 2.0 VCDi

Chevrolet Nubira 2.0 VCDi - A primeira impressão é que se trata de um modelo espaçoso e isso confirma-se no interior onde os materiais não surpreendem pela qualidade. A posição de condução não é das melhores, muito por culpa da escassa regulação do volante, em especial em altura. A capacidade da mala que se situa nos 400 litros não é das mais generosas e a sua acessibilidade também ficam áquém do desejado. Olhando para o equipamento de série, a Nubira é bem recheada, mas, há pormenores que não se compreendem bem.

Colocando esta Nubira em estrada ela revela uma suspensão com um amortecimento suave e que não consegue dominar convenientemente os movimentos da carroçaria, pelo que se torna algo desconfortável por isso e não tanto por ruídos e vibrações que possa deixar passar em pisos mais degradados, onde até é eficaz.

No prato positivo da balança estão os mais fortes trunfos desta carrinha e que fazem pender a balança a seu favor: a sua motorização e o seu preço.

Contas feitas e incluindo apenas a pintura metalizada como opcional na Chevrolet Nubira ensaiada, estamos perante um modelo com um motor Diesel de dois litros com 121 cv de potência que custa 26 700 euros. Trata-se de uma cifra das mais baixas no mercado para um motor com esta capacidade, e este factor acaba por fazer pender a balança para o prato do saldo positivo.

sábado, 21 de julho de 2007

Chevrolet Captiva 2.0 VCDi

Chevrolet Captiva 2.0 VCDi - A esmagadora maioria deles nunca irá pisar terra, mas é reconfortante saber que, caso seja preciso, o carro estará à altura da missão… E os europeus, que adoram criticar os excessos dos automóveis americanos, também já se deixaram contagiar pela “febre SUV”, com a crescente procura a suscitar uma oferta cada vez mais abrangente: grandes e pequenos, caros e baratos, com maior ou menor propensão para rodar fora de estrada, parecem haver SUV para todos os gostos. E também os há só com tracção dianteira…

Carácter prático

O habitáculo segue a configuração “2+3+2” e é muito fácil adaptá-lo às diferentes necessidades de espaço, a qualidade a bordo é suficientemente convincente e o uso quotidiano ganha com a superior altura dos bancos, tornando o acesso bastante cómodo. O ar condicionado automático e o sistema de som com leitor de MP3 e comandos no volante são apenas alguns exemplos da atenção com que o Captiva acolhe os seus ocupantes.

As suspensões de longo curso permitem-lhe rolar tranquilamente numa estrada de terra, além de se dar bastante bem em Lisboa, o que é dizer muito quanto às capacidades TT deste modelo… Buracos cavernosos, tampas de esgoto salientes e estradas de paralelepípedo não lhe causam embaraços, passando por estes obstáculos com uma serenidade que suscitaria inveja à esmagadora maioria dos automóveis ditos “normais”.

O Seven estreia uma versão mais branda do 2.0 VCDi que equipa o Captiva de tracção integral, com a potência a descer de 150 para 127 cv. Mas as perdas só se dão no papel, porque este motor é muito mais solícito e solta-se dos baixos regimes com maior desenvoltura.

Que a caixa tenha um manuseio renitente ainda se consegue “perdoar”, mas não se percebe por que razão foi adoptado um escalonamento tão curto para a transmissão, em detrimento da saúde mecânica, dos consumos e da insonorização… Uma caixa de seis velocidades já está na calha e esperamos que chegue o mais breve possível, para que o Chevrolet Captiva Seven passe a fazer todo sentido.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Chevrolet Epica 2.0 LT Aut.

Chevrolet Epica 2.0 LT Aut. - A carroçaria de três volumes conta com uma imagem distinta e as jantes de 17 polegadas, bem como alguns frisos cromados, compõem o conjunto.

No habitáculo, existem estofos em pele e uma imagem que relembra os topos-de-gama mais clássicos, com um visual demasiado «cinzento». Apesar do toque convencional, está presente o ar condicionado automático, um auto-rádio com carregador frontal de seis CD e MP3 e uma selecção de materiais, de boa «colheita» na zona superior do tablier.

Em estrada, o conforto é elevado e a suspensão de afinação moderada parece esconder a maior parte das irregularidades do piso.

A potência máxima é de 144 cavalos e esta só não permite melhores prestações devido à presença de uma caixa de velocidades automática que não se revela muito prestável. É frequente circularmos numa mudança alta quando precisamos de acelerar, ou duas mudanças abaixo do desejado quando queremos rolar calmamente em auto-estrada e, para piorar o cenário, não existe um comando manual.

Em termos de prestações, o motor 2.0 conseguiu obter números razoáveis mas, por ser a gasolina, está longe de ser competitivo. Mesmo com um preço de 32 545 euros, valor que inclui um nível de equipamento generoso, caixa automática, pintura metalizada e tecto de abrir eléctrico, este segmento alimenta-se quase em exclusivo de gasóleo e essa opção só chega no início de 2007.
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