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sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Ford Fusion

Ford Fusion - Como não pude ir ao lançamento confesso que a impressão que guardava era de que se tratava de mais um modelo “requentado” – aliás uma prática comum das montadoras – do Mondeo produzido na Bélgica. Ledo engano... O carro é totalmente novo e já trilha uma carreira de sucesso nos Estados Unidos, onde nasceu para tentar repetir o sucesso alcançado pelo Taurus no fim da década de 80.

Com quase cinco metros de comprimento (mais precisamente 4.832 mm), carroceria larga (1.835mm) e teto baixo o Fusion que chega ao mercado brasileiro vem equipado com um moderno motor quatro cilindros, com 16 válvulas, 2,3 litros e 150 cavalos de potência. Apesar do tamanho da carroceria o motor dá conta do recado, com retomadas rápidas e muita elasticidade. A impressão que se tem é de estar ao volante de um compacto.

As comparações entre o seda da Ford com o Vectra da GM são inevitáveis. O Fusion é 21 cm mais comprido e 10 cm mais largo que o concorrente. O porta-malas de 530 litros também está entre os maiores da categoria, com espaço totalmente aproveitável para bagagem e ótimo acesso. Como complemento, o banco traseiro, bipartido na proporção 60/40, pode ser rebatido para acomodar objetos mais longos.

A carroceria, a ex emplo do Vectra – que vale lembrar aqui foi totalmente desenvolvido pelo design e pela engenharia da GM do Brasil - chama a atenção pelas formas arrojadas, com destaque para a linha de cintura alta, vidros pequenos e as rodas de 17 polegadas com um desenho de bom gosto. O Fusion será oferecido apenas com duas opções de cor: preto e prata.

Resumo da ópera: um verdadeiro carrão, com preço excelente para a sua categoria, que se a Ford e sua rede de concessionários souber como colocá-lo no mercado, promete dar muito trabalho para a concorrência.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Ford Mondeo 2.5i Turbo Titanium SW

Ford Mondeo 2.5i Turbo Titanium SW - Para estes, a Ford tem na Mondeo 2.5T SW uma alternativa. Se a Mondeo SW está na sua mira e se prefere os motores de ciclo Otto, esta versão equipada com um cinco cilindros em linha turbocomprimido – conhecido do Focus ST e do S-Max – pode ser uma opção. Mas não esteja à espera de uma versão desportiva.

As prestações absolutas até nem são más mas a maneira como são obtidas acaba por as fazer parecer menos impressionantes. Claro que o peso de 1,6 toneladas tem aqui um papel importante, mas o carárter geral vai para a suavidade, tanto na entrega de potência como em tudo o resto.

Do motor pode dizer-se que não esconde em demasia o som típico dos cinco cilindros, apesar de ser muito silencioso. Mas o seu ponto franco são os consumos. Se, em estrada, a velocidades moderadas constantes, os valores medidos pelo Autohoje ainda são aceitáveis, já em cidade, os 14,2 l/100 Km se mostram exagerados, sobretudo tendo em conta que foram obtidos numa condução sem nenhum tipo de excesso, apenas seguindo o fluxo do trânsito normal, como é norma cá da casa.

De resto, a Mondeo SW tem na habitabilidade traseira e na capacidade da mala bons trunfos, tal como na qualidade dos interiores. Mas é preciso estar muito zangado com os motores Diesel, porque esta está longe de ser uma escolha racional, nos dias que correm.

sábado, 27 de outubro de 2007

Ford Mondeo 2.0TDCi A6 Titanium SW

Ford Mondeo 2.0TDCi A6 Titanium SW - Tem um motor Diesel, mas é o 2.0 TDCI e não o 1.8 TDCI, menos penalizado pelos impostos e, por isso, mais procurado. A caixa automática também está longe de ser uma preferência entre os consumidores portugueses, por questões de preço e preconceito. Da gama Mondeo, e da versão SW em particular, conhecem-se bem as virtudes: enorme espaço interior, sobretudo nos lugares traseiros, visível aumento da qualidade dos materiais, bom comportamento dinâmico e um desenho exterior muito mais apelativo que o da geração anterior.

Aqui, na versão com caixa automática, a potência foi reduzida em 10 cv. Não há uma explicação muito clara para isto mas o mais provável é que se trate de uma medida para compensar o tradicional acréscimo de consumos (em cidade medimos 10,0 l/100 Km contra os 8,1 da versão manual) e, por conseguinte, de emissões de CO2 que as caixas automáticas implicam face às manuais.

Este motor, totalmente em alumínio e com injecção directa common rail, caracteriza-se pelo reduzido nível de ruído e pela progressividade na entrega de potência. De resto, a caixa de velocidades automática esconde qualquer resquício de tempo de resposta do turbocompresor a baixo regime.

O comportamento dinâmico não é afectado pela presença da caixa automática, mantendo-se muito preciso e eficaz sem penalizar o conforto. A suspensão estava equipada com o amortecimento electrónico opcional que permite optar entre três níveis de firmeza: o mais confortável processa bem o mau piso e o mais firme controla melhor os movimentos da carroçaria em auto-estrada.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Ford Ranger

Ford Ranger - A picape chega como principal referência no segmento em aceleração e velocidade final, porem os índices de consumo de combustível pioraram demais, segundo testes realizados por jornalistas especializados.

O sistema de freios da Nova Ranger Electronic é o mais eficiente que a versão anterior. Ele incorpora válvula sensível a carga (LSV), que controla a pressão do freio traseiro em função da carga, nos modelos XL e XLS, e aumenta em 10% a eficiência na frenagem em relação ao ABS traseiro. Os modelos XLT e Limited trazem freios ABS de última geração nas quatro rodas, com sensor G de aceleração longitudinal.

Seu torque, de 38,7 kgfm, é não só o maior da categoria como também está disponível em uma ampla faixa de rotações, conferindo à Nova Ford Ranger Electronic um desempenho elástico. Ele atinge sua força máxima no intervalo de 1.600 a 2.200 rpm, com uma curva de torque plana e de aceleração forte em toda essa gama.

Esse sistema funciona com alta pressão e tem eficiência já comprovada na utilização em outros motores diesel da Ford, como o Duratorq que equipa veículos da marca em vários países. O novo motor traz ainda eixo do comando de válvulas no cabeçote (OHC), com balanceiros roletados e tuchos hidráulicos que ajustam automaticamente a folga das válvulas. Isso proporciona um conjunto de alta resistência, com baixo atrito e isento de manutenção. A tampa de válvulas, em material plástico, tem sistema de respiro integrado. Além de baixo nível de ruído, ela permite melhor separação e controle do óleo lubrificante e facilita o acesso aos injetores.

Seu sistema de gerenciamento de ar com estruturas geradoras de ruído otimizadas contribui para o funcionamento silencioso e com baixa vibração. Apesar da maior potência e todos esses avanços, o novo motor da Ranger Electronic pesa 200 kg, cinco quilos a menos que o modelo 2.8 L mecânico.

O sistema de freios da Nova Ranger Electronic também incorpora tecnologias refinadas, que foram desenvolvidas para oferecer o melhor padrão de segurança, em sintonia com as características de maior potência da motorização. Os modelos XL e XLS são equipados com válvula sensível a carga (LSV), que controla a pressão do freio traseiro em função da carga. Já os modelos XLT e Limited possuem o sistema 4WABS de freio ABS nas quatro rodas, de última geração, com sensor G de aceleração longitudinal que controla as quatro rodas independentemente, coordenando a ação dos freios com a tração.

No teste de estabilidade térmica (AMS), que compara a diferença da distância percorrida até a parada do veículo em dez frenagens consecutivas, a 103 km/h, a Ranger Electronic também mostrou mais eficiência e estabilidade em comparação com as picapes concorrentes.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Ford F-250

Ford F-250 - Agora, se você está acomodado dentro da espaçosa cabine, que ocupa parte dos quatro metros de entre-eixos da F-250, então você pode ter a certeza que está dentro de um dos maiores utilitários esportivos produzidos em série em todo o mundo. Tudo é superlativo nesta caminhonete: são seis metros e vinte e quatro de comprimento, dois metros de largura, quatro metros de distância entre o eixo dianteiro e o traseiro, quase dois metros de altura, 2,3 mil quilos de peso e quatro toneladas de peso bruto total. Para movimentar toda essa massa, a picape é equipada com o poderoso motor MWM de seis cilindros em linha, com 18 válvulas, turbodiesel, intercooler, que gera 180 cavalos de potência aos 3,4 mil giros e o incrível torque de 50,9 kgfm disponível a partir das 1,6 mil rpm. Para se ter noção da força desse motor, basta lembrar que o motor 1.4 do Honda Fit gera torque de 11,8 kgfm a 2,8 mil rpm. A Ford do Brasil produz a picape para exportação.

Ela consegue carregar 1.650 quilos e tracionar até 5,5 toneladas. E acredite: o motor têm fôlego para muito mais. a decisão de lançar a versão brasileira da F-250 cabine dupla foi tomada no ano passado, quando o Brasil registrou safra recorde de grãos. De olho nesse rico filão do interior, a picape reina absoluta, já que traz manutenção barata, e preço competitivo.

terça-feira, 24 de julho de 2007

Ford Ranger 2.5TDCi Limited Cabina Dupla 4x4

Ford Ranger 2.5TDCi Limited Cabina Dupla 4x4 - Chamar-se-ia Ford Ranger, mas só em 1983 viu a luz do dia. Nos Estados Unidos da América tornou-se um sucesso de vendas, mas na Europa a Ford Ranger tem que enfrentar outros produtos com diferentes padrões de qualidade.

A estética está mais actual, com uma grelha dianteira proeminente e um capot sobrelevado, onde se esconde o novo motor 2.5 TDCi de 143 cv. Com este valor de potência, fica no patamar da temida rival Mitsubishi Strakar. Mas melhor que mostrar mais potência do que a referência Strakar é assinalar prestações de respeito. A meta dos zero aos 100km/h é efectuada em 13 segundos, tornando-se na referência do momento nesta marca. Nem mesmo a Nissan Navara, com 174 cv consegue bater este tempo. Os 330 Nm de binário alcançados logo às 1800 rpm conseguem oferecer uma utilização suave e aprazível.

As recuperações são das melhores, o que é mais uma evidência do bom desempenho deste bloco 2.5 TDCi. O pior é a travagem, com o ABS a entrar cedo demais e a prolongar demasiado a distância em algumas situações – os 72 metros obtidos na travagem de 120 a 0 km/h são um valor que já entra no limite do desadequado. Os pneus mistos têm aqui muita responsabilidade, sendo ainda pior em piso molhado. A caixa é precisa q.b., mas podia estar mais perto do condutor.

As suspensões também foram melhoradas. À frente temos agora duplos triângulos sobrepostos que executam um bom e eficaz amortecimento, mas do eixo traseiro continuamos a receber, muitas vezes, reacções demasiado bruscas quando passamos em buracos ou lombas. O facto da nova Ford Ranger ainda utilizar chassis de longarinas face aos monobloco de outros modelos concorrentes, pode ter influência neste resultado.

Neste tipo de piso o conforto permanece aceitável, mas para engrenarmos a tracção às quatro rodas ainda é necessário parar. Também não temos qualquer bloqueio de diferencial, mas mesmo assim a Ranger não se negou em progredir no terreno. Claro que um cruzamento de eixos que deixe uma roda livre deita por terra qualquer tentativa de escalada.

terça-feira, 10 de julho de 2007

Ford C-MAX 1.6TDCi Titanium

Ford C-MAX 1.6TDCi Titanium - Desta forma, a ligação ao Focus cai por terra, ficando apenas a designação C-Max, em linha com o S-Max. Apesar das mudanças visuais serem, de certa forma, subtis, são suficientes para proporcionar um novo impacto visual, mais desportivo, algo mais notório nesta versão Titanium com kit «RS», que inclui pára-choques específicos e jantes de 17 polegadas.

Interior

Ao volante é fácil encontrar a posição de condução que mais agrada, fruto das múltiplas regulações do mesmo e do banco. Os novos materiais, suaves ao toque na zona superior do tablier e o tejadilho panorâmico em vidro (opcional) proporcionam um ambiente acolhedor, complementado por uma insonorização bem conseguida.

O motor 1.6 TDCi de 109 cv mantém-se inalterado. É solícito, especialmente depois das 1700 rpm, e responde com facilidade ao acelerador, principalmente porque a caixa de apenas de cinco velocidades tem um escalonamento «afinado» para manter o motor no regime de binário óptimo, ou seja na casa das 2000 rpm.

Apresentando um preço de 27 830 E, concorrencial face aos seus rivais e ao equipamento que oferece, de onde se destaca o ar condicionado automático com regulação independente de temperatura, sensor de chuva e luz, computador de bordo e sistema de som com ligação para MP3.
eXTReMe Tracker